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Os Malas

26.06.2013 Samia Assaf

 

Os Malas, com “M” maiúsculo. Um post com a profundidade de um pires.

Esse não é um post politicamente correto. Mas é inspirado em fatos reais. Você poderá pensar “os chatos também são filhos de Deus”. Mas ao invés disso, pense assim: Deus é onipresente e também existe lá longe, na Groenlândia, que é pra onde todos os chatos deveriam se mudar.
Existem muitos tipos de “mala” nessa vida.

Tem o mala-boxeador, aquele que tem a mão pesada e fica te empurrado, enquanto descreve, com suspense exagerado, alguma coisa idiota que aconteceu. Esse é o cara que você tem que manter, pelo menos, um metro de distância. Não dê beijos, dê tchauzinho de longe, senão ele te agarra pelo braço e não te solta mais.

E quem não conhece um mala-hipocondríaco. Esse é mais que mala, esse é baú! Acha o máximo competir pra ver quem é mais doente. Como se ficar doente fosse legal. Se ele percebe que você está resfriada, ele comenta que teve pneumonia. Se você está com alergia na pele, ele teve lepra. Ele teve tudo, até o ebola. Adora contar aquele monte de coisas que você adoraria não saber, como a aparência e o cheio do seu catarro, pus, infecção, além de descrever o funcionamento de seu intestino em detalhes.

Existe também o mala-anedota, que tem um estoque impressionante de piadas sem graça e trocadilhos capazes de fazer até uma criança de 2 aninhos sentir vergonha alheia.

Mas um dos piores casos, sem sombra de dúvidas, é o mala-apocalíptico. Aquele que dá chiliques de proporções tsunâmicas por causa de qualquer probleminha corriqueiro. Solta suspiros pesados, porque é lógico que ele carrega o mundo nas costas, e despeja frases que você jura de pé junto que saíram de alguma cena dramática de novela. Maria do Bairro?

Tem também o mala-som ambiente, que apesar de falar sem parar, depois da segunda frase você já o confunde com música de elevador e se pega repassando a lista de supermercado, mentalmente.

O mala-papagaio-de-pirata adora mostrar pra todos o imenso número de informações que ele decorou, pra mostrar o quanto é intelectualizado, sem ter uma opinião sequer que seja sua de verdade.

E o mala-teletubbies é aquele ser irreal que adora mostrar o quanto ele é fofinho. Até hoje, seu maior sonho é ter um pônei. No banheiro, ele faz caramelos, porque é um ser muito doce.

E, é lógico, existe aquele tipo de mala que perde tempo metendo o pau nos outros malas…como eu, por exemplo!

Aos malas, com amor! Sem vocês, a gente não teria de quem rir no bar!

Sou publicitária formada pela ESPM e jornalista formada pela Católica UniSantos, com experiência profissional em planejamento de comunicação e cursos de especialização em marketing digital, também realizados na ESPM. Amo tudo o que é criativo, não sobrevivo sem música, sou apaixonada por viagens, adoro aprender coisas novas, adoro gente simples e espontânea, minha maior paixão é escrever!